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06 agosto 2008

A VEZ DO NÁILON

A fibra sintética deixa de ser exclusividade das práticas esportivas e ganha espaço nas peças casuais Primeira fibra têxtil sintética produzida, o náilon percorre um caminho em ascensão e está entre os mais requisitados na produção de roupas esportivas. Com o crescimento da tecnologia de materiais, esse representante da categoria dos polímeros deixou de ser exclusividade das práticas esportivas para tomar lugar em peças de apelo casual. As inovações, com a mistura do náilon a diferentes fios, possibilitam novas texturas e toques que tornam o uso do material ainda mais acessível e indicado para o dia-a-dia. A empresa Rhodia é a pioneira e uma das líderes mundiais da poliamida voltada para o vestuário, com uma produção completamente nacional. Um estudo recente, promovido pelo Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), comprova a visibilidade e o interesse crescente despertado pelo náilon no mercado mundial. Um dos pontos da pesquisa visa a substituição do talco, um minério utilizado no processo industrial da poliamida, pelas cinzas de casca de arroz. É a onda sustentável minimizando o impacto ambiental, inclusive na produção de materiais sintéticos. Entre os resultados previstos estariam, além de novas possibilidades estéticas, a preservação de reservas brasileiras do mineral e uma redução considerável nos custos de produção do náilon. O projeto ainda está em fase inicial e já conta com colaborações de peso para o desenvolvimento.

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